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[em cima] os preparativos para a viagem de barco até à "Ponte Submersa"
[em cima da esquerda para a direita] J.P. Adegas, João Matos e Rui Menezes
João Pedro Adegas dixit
Excelente dia! Foi o meu primeiro
verdadeiro mergulho em água doce.
[em cima ] Vasco Ferreira dos Santos, António Amador e Rui Fernandes
Vasco Ferreira dos Santos dixit É sempre bom regressar ao Zêzere! Adorei os mergulhos, tivémos muita sorte com a visibilidade. Excelente mesmo. Das várias dezenas de mergulhos que já fiz no Zêzere nunca tinha visto tantos peixes como neste fim-de-semana nem encontrado a água tão limpa. O grupo foi impecável, especialmente o André que apenas "tinha" 23 mergulhos. Muito bem André! Agora já tens 25!
António Amador dixit Com grande pena minha apenas posso dizer que foi UM mergulho espectacular, pois acabei por fazer apenas um. Sem dúvida que naquela zona ou noutra similar, vou querer repetir (já com o SECO). Sobre o mergulho da ponte nada posso dizer, por ter abortado o mergulho quando estava quase a chegar lá devido a uma grande fuga no injector do colete; sobre o mergulho de domingo, acabo por ficar com "inveja" dos que puderam ir. Do único que acabei por fazer, o de sábado à tarde, perdurará durante muito tempo na minha memória, mais do que tudo o resto, a imagem das árvores mortas, em pé!!!
[em cima] a jangada com sofás e alcatifa ... um verdadeiro luxo ... estas são algumas das vantagens da água doce que não corrói os equipamentos!
André Marques Costal dixit
"Foi um Sábado FABULOSO. O tempo estava
óptimo, não tinha chovido há algumas semanas, o que nos indicava que
poderíamos vir a ter excelentes mergulhos. As nossas expectativas foram
largamente superadas. Foi o meu primeiro mergulho em água doce, e a
primeira sensação ao entrar na água é muito estranha - não temos aquele
sabor da água salgado a que já estamos habituados. De resto é tudo
igual. O primeiro mergulho foi "diferente" e ao mesmo tempo
espectacular. A sensação de estar a flutuar sobre o tabuleiro de uma
ponte é algo que só experimentando. O segundo mergulho também foi
excelente. Mergulhar num sítio que estava habitado à meia centena de
anos é imaginar que aquele sítio devia fervilhar de vida com o dia-a-dia
das pessoas que antes habitavam aquelas casas, algumas delas ainda com
chaminés, portas e lareiras perfeitamente identificáveis. Ainda tenho
marcada a visão dos esqueletos intactos das árvores. Impensável saber
que estão há 50 anos debaixo de água. A única vida aquática que vimos,
foram as centenas de lagostins que infestam o fundo
[ em cima ] preparação para o mergulho de domingo
[em cima] Filipe Figueiredo a preparar-se para colocar a "shot line" na "Black's House". Como o mergulho foi muito cedo, e não está habituado a levantar-se tão cedo, descaiu "alguns" graus na sua excelente navegação, e acabou por descobrir uma nova casa - a "Black's House Sister"! Bravo Filipe!!! Agora só falta descobrirmos a "outra" aldeia ... talvez consigamos ainda este ano ... |